Foto: Vivian Honorato

Obras de revitalização do Bosque Central avançam e a previsão é encerrar em agosto

(PREFEITURA DE LONDRINA – Ana Paula Hedler)

Na manhã desta sexta-feira (25), os secretários municipais de Planejamento, Orçamento e Tecnologia (SMPOT), Marcelo Canhada; de Gestão Pública, Fábio Cavazotti e Silva; e de Ambiente, Ronaldo Deber Siena, foram até o Bosque Central “Marechal Cândido Rondon” para verificar o andamento das obras de revitalização do espaço, que é considerado um dos principais patrimônios histórico, cultural e ambiental do Município.

O projeto de revitalização prevê a retomada do conceito jardim-bosque, valorizando as características originais do espaço e mantendo ao máximo a área verde na região central de Londrina. Tudo pensado para proporcionar espaços de interação, contato e convívio com pessoas de diferentes gerações.

Quando finalizado, haverá um alargamento das calçadas, construção de bancos, pequenos palcos, mesas e alguns elementos que permitirão a realização de brincadeiras para as crianças, assim como pista de caminhada, corrida e ciclismo e barras de exercício físico, além de passagens elevadas nos cruzamentos com a Rua São Paulo e Rio de Janeiro, que vão promover a integração do Bosque com outras áreas públicas centrais da região, como a Praça Sete de Setembro e a Praça Primeiro de Maio com a Concha Acústica.

“O bosque recebeu os novos caminhos, que interligaram saídas que não existiam antes, como as ligações entre a Av. São Paulo e Av. Rio Janeiro, ficando mais fácil de as pessoas transitarem e depois vai receber mobiliário urbano, espaço para o playground, o food truck na área central, e as mesas como tinham antes, mas reformuladas. Será um espaço melhor para a população”, disse a engenheira da empresa San Pio Construtora EIRELI, que está executando os trabalhos, Amanda Castro.

Segundo o secretário de Planejamento, Orçamento e Tecnologia, Marcelo Canhada, a obra está acontecendo conforme o tempo previsto no cronograma e deve ser entregue no final de agosto. No momento, estão sendo feitas a construção do espaço para os animais domésticos e o parquinho infantil para as crianças e, na sequência, será feita a reconstrução da quadra poliesportiva e da academia ao ar livre. “Estamos vendo muitos operários trabalhando e tudo está transcorrendo normalmente. Pedimos um pouco de paciência das pessoas que vivem no entorno, para liberarem o espaço e evitarem passar por esse espaço, porque na semana que vem devem ser feitas as calçadas do lado de fora. O bosque já era um cartão postal e vai ganhar uma importância ainda maior no coração dos londrinenses”.

Algumas árvores foram retiradas do local, para que a revitalização pudesse avançar e dar lugar a uma melhor circulação de pessoas, diminuição de área de pouso para os pombos e melhor aeração do espaço. Sobre isso, o secretário de Ambiente, Ronaldo Siena, explicou que foi feita uma análise por parte dos órgãos públicos, como a Sema, o Planejamento Urbano de Londrina (IPPUL) e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), que é quem autoriza a retirada de espécies nativas e que após o término das obras, a Sema continuará monitorando a situação dos pombos.

“Fizemos o levantamento florestal daqui, que passou pela análise da SEMA, que por sua vez pediu algumas alterações no trajeto para poder diminuir a erradicação das árvores, e que teve autorização do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Também vamos fazer o acompanhamento do comportamento das aves a partir da entrega da obra e vamos buscar novas alternativas ou até mesmo um conjunto de alternativas para tentarmos diminuir a quantidade de pombos aqui”, pontuou o secretário de ambiente.

No futuro próximo, quem passar pelo local verá que além da parte estrutural do Bosque, a iluminação pública também será diferente. Ela terá efeitos cênicos e projeções coloridas voltadas para as copas das árvores, o que garantirá a sensação de mais segurança para aqueles que quiserem passear, usufruir das áreas de lazer ao ar livre ou ainda ali permanecer para contemplar. A obra foi licitada por R$ 2,5 milhões, que estão sendo pagos com recursos dos cofres públicos municipais.