CDL Itajaí lança o “Desapega que faz Bem”

Ação da Campanha Solidária, promovida pela CDL/Itajaí, vai arrecadar doações de roupas, calçados, livros, brinquedos e utilidades domésticas que serão entregues a quem precisa

O começo de um novo ano é o momento ideal para liberar aquilo que não faz mais sentido, que não tem mais utilidade em casa, no trabalho e na vida. É tempo de rever atitudes, adotar novos hábitos, abrir-se para o novo ciclo que se inicia. Sabendo disso, a CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas de Itajaí lança a primeira ação da Campanha Solidária, neste início de 2021.

A partir desta semana até o carnaval, a entidade promove o “ Desapega que faz Bem”, uma iniciativa que visa recolher roupas, calçados, livros, brinquedos e utensílios domésticos que, posteriormente, serão doados a quem mais precisa. De acordo com o diretor de SPC da entidade, Mário da Silva, pelo menos 30 pontos de coleta de doações já estão confirmados em vários pontos da cidade de Itajaí.

“Os associados são sempre grandes parceiros da entidade e, por isso, nos ajudarão cedendo um espaço em seus estabelecimentos para arrecadar estas doações. Todas as roupas serão higienizadas para que sejam recebidas em bom estado de uso”, adianta.

O diretor da entidade também explica que, aquele que não tiver como levar as doações até o ponto de coleta, poderá contar com o apoio da CDL/Itajaí. A entidade disponibilizará um veículo próprio para fazer a retirada dos itens na residência do doador. Neste caso, os interessados devem entrar em contato com a sede da CDL pelo telefone: (47) 3341-5404 para agendar a retirada.

“Início de ano é um período em que muitas famílias têm esse pensamento de começar uma nova vida, de tirar aquilo que não está usando mais do armário. Um calçado que não tem mais uso para a pessoa, pode calçar quem anda descalço. Sabemos que muitas crianças não receberam presentes neste Natal e, para elas, um brinquedo usado trará muita alegria. Livros e utensílios domésticos são importantes e sabemos que, muitas vezes, estão sem uso em casa enquanto há quem precisa e não pode comprar”, complementa Mário.