Carmen

Talvez a mais famosa ópera mundial, reapresentada em todos os países  ao longo dos anos (desde a estréia em Paris no ano de 1875), sempre com muitos e entusiasmados públicos, seja “Carmen”, de Georges Bizet.

Há poucos dias, assisti, maravilhado, a peça em DVD e já me programo para assisti-la ao vivo em algum teatro brasileiro (estavam passando, nesses dias, em Salvador). A história da cigana que usa seus talentos de dança e canto para enfeitiçar e seduzir os homens, com o seu final dramático (Don José, após matá-la, chora sobre seu corpo),é uma dessas obras que se eternizam.

Como o nome Carmen, que já foi interpretada no cinema por atrizes como Rita Hayworth. Laura Del Sol, Edna Purviance (filme de Charles Chaplin) ou no musical com Beyoncé, ou na telenovela brasileira com Lucélia Santos.

Pois eu tenho uma Carmen. Mais que isso: é Carmen Lucia, significando “poema de luz”. Não é como a da ópera, que “dá calafrios, pisca seus olhos de desenho animado”.

Também é morena, bonita no esplendor dos 70 anos. Graças a Deus não tem touradas no Brasil, porque senão ela poderia se apaixonar por um toureador tipo Escamilo.

A minha – mas não no sentido de posse, em absoluto – Carmen tem muito amor à família, gosta de tranqüilidade, harmonia e da beleza da vida.

Como a cigana, gosta de dançar e de um barzinho.